Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

FLORESCER

A muzk só é válida quando ela diverte e transmite alguma coisa para quem toca e ouve.
Estamos juntos há mais de 20 anos por este motivo.

Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

GASOLINA NA FOGUEIRA

Depois da morte de Michael Jackson, houve uma erupção de fãs do suposto morto.
Até crentes começaram a demonstrar pena do cantor.
Esqueceram os casos de pedofilia.
As esquisitices dele.
Virou um santo.
Até achei que iam colocá-lo numa equipe de louvor de alguma igreja, se estivesse vivo.
Ainda mais depois que pastores subiram no púlpito do funeral-show falando de alguém que que devia estar no caixão de ouro.
Ando muito ácido em relação a muzk gospel e a sua aplicação na liturgia.
O meio acabou se tornando um fim.
Um fim da picada!
Não consigo desatar esta imagem cênica que alguns fazem. Brincam com unções e milagres, se dizendo porta-vozes divinos.
Estão muito mais para algozes da verdade bíblica.
Tem um garoto que conheço, que não sabe tocar nem um acorde inteiro, não sabe fazer a diferença entre um acorde maior ou menor, mas quer ser compositor.
Quer ser cantor.
Quando começamos a banda há uns 25 anos atrás, fui obrigado a cantar, por falta de um vocalista que se dispusesse a se arriscar conosco.
Tenho até uma voz boa.
Não é minha praia ser o front-man da banda.
Não tenho nenhum problema ou trauma quanto a isso.
Sou bem resolvido. E meu ego também.
No entanto, o incentivo não pode se tornar um holofote.
Não dá para transformar o iniciante no final.
Mas fico pensando que todos desejam seus 15 minutos de fama.
Um dos vídeos da minha banda, passou de 1200 exibições em pouco mais de um ano no Youtube.
Para mim é sensacional.
Ilustres desconhecidos. São os nossos 15 minutos.
Como também ultrapassar 8000 visitas no blog, é sensacional.
Ainda mais para quem escreve tudo sobre nada.
Muitas vezes os textos são relevantes apenas para mim.
Porém, acredito que as coisas possam mudar, quando mais pessoas começarem a perceber as incoerências e incongruências que vivemos.
Talvez assim, possamos apagar a fogueira das vaidades nas igrejas.
Mudar a postura dos governantes.
Um amigo reclamou que não estava mais escrevendo. Afirmou que quando sofria uma crise existencial e estava abandonado tinha sobre o que escrever.
Muito pelo contrário.
O tempo que está ficando escasso para tantas coisas.
Para tantas chamas.
E cada vez mais, para apagar a fogueira, alguns estão jogando gasolina.

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

O DISFARCE DA CÓPIA MAL FEITA

Fico espantado com um certo puritanismo exibido por alguns religiosos.
Não se póde ouvir rock.
Não pode ter bateria nas igrejas.
Mulheres não podem usar calça comprida nos templos.
Em alguns casos, nem maquiagem. Nem depilação.
No entanto, copiar o mundo e disfarçá-lo de alguma forma para atrair as pessoas é válido.
Outro dia, um pastor mandou tirar um vídeo de uma big band, só porque não era gospel.
Como se o rótulo gospel significasse santidade, honestidade e qualidade.
Sábado fui comprar um spray para o cachorro e quando estava voltando, me deparei quando este banner numa igreja na minha rua:

Não tenho como explicar este evento fake de festa junina.
E para não falar de São João, fogueira, quentão, milho cozido, casamento na roça e batata doce, em alusão a festa do santo em junho?
Trocando o nome e o quentão por chocolate quente fica tudo igual.

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

ROLOU ENSAIO ONTEM.NINGUÉM SE QUEIMOU

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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

EXCELENTE CÓPIA DE UM PÉSSIMO ORIGINAL

O funeral-show do caixão dourado foi sensacional.
Quem poderia imaginar que tanta gente fosse até um ginásio prestar a homenagem a um sarcófago vazio.
Coisa de faraó mesmo.
Só faltava no final todos serem enterrados com ele, com seus segredos, como se fazia no antigo Egito.
Outra coisa que me chamou a atenção, foi a performance de Mariah Carey.
Não pela sua voz, mas pelo vestido decotado e sexy para um funeral.
Mesmo sendo o show de horror de MJ, ela conseguiu se superar mostrando o que as más línguas em Hollywood falam dela.
Com esta semana tirei para mostrar minha indignação com este mal chamado equipe de louvor, as comparações tem sido inevitáveis.
Quando Carey começou a cantar Ill be there, lembrei de um cantor que fazia parte da equipe de louvor lá da igreja.
Os trejeitos eram iguais.
Fica com a certeza que sua atuação na igreja tinha muito de Mariah.
Isto é normal.
Quando toco guitarra, faço certos movimentos que são característicos dos caras que vejo e gosto: Zakk Wilde, Eddie Van Halen, David Gilmour ou Jeff Beck.
É explicável.
Só não é quando um homem canta com os trejeitos de Mariah Carey.
Bem, até é explicável.
Pelas equipes de louvor serem um amontoado de gente, elas não deixam de conter algumas distorções.
Pela pessoa cantar bem, ser perfomático ela é mais espiritual.
Medo de falar que está tudo ruim e errado e tentar melhorar a qualidade espiritual, para melhorar o que se está fazendo.
Desagradar para melhorar não faz parte das atitudes práticas de muitos líderes.
Até posso entender que as mudanças não possam ocorrer da noite para o dia.
Mas compactuar com a mesmice instituída...
É mais fácil seguir fórmulas consagradas e fáceis de serem digeridas.
No entanto, as pessoas que estão ali prestando culto de adoração a Deus, não precisam estar debaixo desta égide de alta qualidade na cópia de um péssimo original, na maioria das vezes.
Claro que existem idéias originais.
Talvez tenham se perdido nos primeiros CDs da Lagoinha ou de qualquer ouro ministério de música.
É óbvio que nossas influências culturais, sociais e musicais influenciam o resultado.
Imagino que todos odiariam a minha banda por talvez parecer com Ozzy, Van Halen ou Pink Floyd dentro dos muros eclesiásticos e religiosos. A miscelânea de informações e bagagem de cada um traz um resultado novo.
Híbrido.
Copiar o modelo americano de louvor com 10 pessoas cantando pode parecer atrativo e abrangedor.
Entretanto mostra o quanto somos pobres em ousadia em procurar novos caminhos para uma muzk gospel, que de vez em quando é invadida com muzks Como Zaqueu que se aproveitam dos incautos que aceitam as coisas sem pensar.
É mais fácil comer um pudim do que mastigar uma maçã.
Por isso cada vez mais temos diabéticos em nossas igrejas.

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

"PROFANO" CANTA QUE JESUS É AMOR

Assistindo ontem ao enterro do caixão de ouro de 25 mil dólares, o que mais chamou atenção foi o funeral-show.
Feito às pressas.
Uma super-produção.
Impecável.
Quando Lionel Richie cantou Jesus is Love, pensei que estava num culto no Brooklyn. Só que com super astros do pop, prestando a última homenagem ao caixão de ouro.
Além dos pastores que falaram na cerimônia.
Fico imaginando se eles tivessem tempo para planejar a evento, teremos links de artistas do planeta cantando e falando.
Isto tudo, para um suposto morto, suposto pedófilo.
Em contrapartida, vejo nas igrejas cultos a Deus, que beiram o ridículo em organização.
Muzicalmente fracos e sem conteúdo.
Onde o improviso reina e as fogueiras de vaidades queimam.
No funeral-show os artistas se acotovelavam no Staples Center para estar naquele momento de despedida ao caixão de ouro.
Eu não vejo nas igrejas batistas este mesmo de membros ou músicos para celebrarem a Deus, que morreu e ressuscitou por nossos pecados.
Para mim é um contraste muito grande.
Uma distância enorme que os supostos profanos estão em qualidade e organização.
Quantas vezes vemos eventos que são marcados com meses de antecedência e na véspera de se realizarem nada está pronto e nem as pessoas que deveriam participar ou cantar estão certas ainda.
Não é por acaso que as igrejas envelhecem fisicamente, pela falta de visão, pelo descompromisso, pela desorganização.
Lionel Richie quando cantou Jesus is Love, foi mais eficiente que milhares de igrejas espalhadas pelo Brazil, que mal conseguem dizer a mesma coisa para 300 em um culto.
Improvisação pura só em jazz.
Comparações são inevitáveis.
Está na hora de seguir o exemplo de organização dos profanos.
E fazer bem feito, o que estamos fazendo mal feito.

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

QUEIMANDO CARNE NA FOGUEIRA

O fim de semana foi bastante interessante.
Estabeleci um Acordo de Cavaleiros, o qual ainda estou fundamentando as bases do referido.
E não me queimei na fogueira das vaidades.
Aliás a fogueira foi intensa no final de semana.
Congresso de músicos, equipe de louvor cantando diversos números, ministrações exageradamente a la Valadão.
Faltou cantarem Como Zaqueu.
Quando eu tinha uns 16 anos, apesar de escutar heavy metal e hard rock, eu não andava com caras que usavam cabelo grande, pulseiras de tachas, corrrentes ou camisas pretas com a estampa dos discos de rock ( e muito menos escutava muzk gospel ou de crente).
Nesta época, conheci um cara assim.
Ele soube que eu tinha banda experimental, Sabotagemusical.
Usávamos latas, instrumentos velhos, flauta doce (como se fosse uma transversa) e tínhamos uma idéia doentia em ser Hermeto Paschoal do heavy metal.
As letras versavam sobre o cotidiano.
Cantavamos sobre nossos amigos e manias alheias.
Toda vez que gravavamos um disco, reuniamos todos no play do prédio para audição inaugural.
A banda não se apresentava ao vivo.
Apesar de termos lançado após o quinto album um ambicioso disco ao vivo, triplo, como nossos ídolos Emerson Lake and Palmer.
Tinhamos uma série de muzkos convidados.
Um deles no s apelidamos de Baixotinho. Nem precisa explicar porque.
Sua paixão era por MPB.
João Gilberto.
Imagine a miscelânea e brigas que tinhamos.
Exatamente como uma banda de rock, onde cada quer impor sua vontade e gosto.
Onde o estrelismo faz parte do business.
Mais tarde, aprendi de verdade a tocar acordes, fazer algumas canções e fundar com meus amigos o DDM, que está na ativa há mais de 20 anos.
Tivemos nossos intervalos longe da muzk. Mas nunca deixamos de ser amigos e muito menos deixar de nos divertimos tocando muzk ou conversando.
Quando comecei a tocar em equipe de louvor em 99, fui logo avisado que não tinha espaço para mim.
Será que era por causa do rock?
Não dá para imaginar isto no meio musical de adoração a Deus.
Mas existe.
E queima.
Arde.
Por isso sempre faço questão de tocar com os mesmos caras.
Nossos egos conseguem se acomodar, e apesar de nossas diferenças convivemos, discordamos e nos respeitamos.
E só queima quando fazemos nosso churrasco de fim de ano.
Bem diferente a fogueira...

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

BREVE, CASAMENTO ou BREVE CASAMENTO.

Nas últimas semanas, meus amigos resolveram fazer campanha para eu casar de novo.

Cada hora, um sugere alguém para a sucessão matrimonial.
Parece até teoria da conspiração.
Já me olhei no espelho para ver se estou com cara de quem quer casar, agora.
Existe esta cara?
Algumas sugestões são excelentes, outras, nem tanto...
Acho que estou num momento ceticista em relação a casamento.
Tenho um amigo que casou umas três vezes.
Não o vejo há mais de um ano.
Tinha acabado de separar-se.
Ele já deve ter engrenado na próxima esposa.
Tem gente que tem esta facilidade de assumir compromissos.
Normalmente, não são duradouros.
Ou duram eternamente, até terminarem.
No final de semana fui para casa de um amigo ajudar a limpar o terreno que estava com mato, plantas e árvores indesejadas.
Fiquei pensando na minha casa.
Devia fazer o mesmo.
Refleti que antes de criar hábitos (ou vícios) crônicos de solteiro, tenho que casar mesmo.
Quando se vive sozinho, sem ninguém para cobrar arrumação das coisas, as roupas se espalham, os tênis ficam no meio da sala, e até se deixa, de vez em quando, os cachorros subirem no sofá.
Hoje de manhã comecei a lavar a louça que estava esquecida tem uma semana.
Nada de restos de comida ou coisa parecida.
O que sobra os cachorros dão um destino.
Arrumei até uns cestos para colocar a roupa suja.
Estava deixando em cima da pia do banheiro.
Acho que estou ficando organizado. Ou pelo menos tentando.
Me preparando para u(e)m breve (,) casamento.

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

FOGUEIRA DE VAIDADES

"Ex-SPC ganha o mundo evangélico
Regis Danese vende 1 milhão de discos com a música “Faz um Milagre em Mim”
Dolores Mendes
Especial para o CORREIO
Jornal Correio de Uberlândia

O cantor Régis Danese rendeu-se a Deus. O mundo evangélico rendeu-se a Régis Danese. Igrejas grandes ou pequenas, radicais ou modernas, evangélicas ou católicas, todas se enchem da música “Faz um Milagre em Mim”, o sucesso nacional que desbancou o maior vendedor de CDs religiosos, o padre Fábio de Melo. O cantor já atingiu a marca de 1 milhão de cópias vendidas."
Quando leio esta notícias, penso nos grupos ou equipes de louvor, que se tornaram verdadeiras fogueiras de vaidade.
Talvez pela super estimada importância nas igrejas.
A muzk é uma forte arma política e religiosa.
É só lembrar os sul-africanos cantando Another brick on the wall do maçônico Pink Floyd, durante o apartheid.
Ou caminhando e cantando e seguindo a canção, versos de Geraldo Vandré, que embalaram os estudantes durante os momentos da ditadura militar no Brazil.
Logo, as equipes de louvor quase que se tornaram em algumas igrejas arautos divinos, que cantam a contemplação extrema das pessoas em detrimento da ação.
Nessa leva surgiram as tribos contemplacionistas. Lagoinha e outros ministérios com nomes diferentes.
Na verdade, na maioria das vezes não consigo me divertir tocando.
Religiosos plantonistas podem gritar que não estou lá para me divertir e sim, para adorar a Deus...
Mas tudo que fazemos tem que ser prazeiroso.
Existe um debate acirrado na igreja que frequento. Músicos desejam a bateria acústica.
Mas foi colocado uma bateria digital.
Gosto de rock. Metallica, VanHalen, Ozzy, Black Sabbath e outras bandas.
Todas com bateristas fantásticos.
E com certeza não tocariam em bateria digital.
Até porque tocam em ambientes apropriadas para tocar alto. E também com pessoas que vão para lá cientes que ficarão com seus ouvidos zumbindo durante dias por enfrentarem 100 dbs durante umas duas horas.
Na igreja, ninguém vai esperando isto.
O que mais me impressiona é a falta de noção e percepção que muitas equipes de louvor bandas demonstram quando vão tocar nas igrejas.
Agora em julho, por causa dos eventos dos jovens que acontecerão, muitas bandas vão participar.
Até a minha por acaso vai tocar.
Mas com certeza, sei que em alguns momentos será insuportável ficar num caixote fechado com música alta, sem noção.
Não é minha prioridade tocar no templo da minha igreja, com a minha banda.
Até porque, estamos fugindo do padrão contemplação nas letras e das batidas jazz-soul que invadiu os meios evangélicos.
E as pessoas querem a contemplação.
Vou tirar umas semanas de folga da equipe de louvor.
E eu não gosto de brincar com fogo.




Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

CONFUSION: WILL BE MY EPITAPH...



Hoje começa a segunda metade do ano.

Os primeiros seis meses voaram.
Como a percepção do tempo é sempre psicológica, é sinal que as coisas foram boas, o tempo não se arrastou e nem o barco naufragou em águas oceânicas.
Eu não gosto de retrospectiva.
Acho que só farei uma quando completar 50 anos.
Eu ainda não assumi esta condição de chegar a meio século de vida.
Nem tampouco que me restam alguns poucos anos de vida. Uns 20 anos, segundo a média de vida dos brasileiros.
Os cabelos brancos já existem.
Dá para perceber quando deixo a cabeça com alguns milímetros de fios aparecendo.
Já escrevi uma muzk, plantei uma árvore e sou pai.
Posso morrer em paz.
Outro dia no CQC, perguntaram ao infame Sérgio Mallandro o que colocaria em seu epitáfio.
Ele respondeu: Pegadinha do Mallandro. Um dia eu volto. Eu não morri.
Semana passada sonhei que morria num atropelamento de bicicleta.
Na sexta, voltando para casa, umas oito horas da noite, chegando perto de casa, olhei para os lados e não vi carro algum, atravessei de bicicleta a rua Lins de Vasconcelos.
De repente, percebo uma moto vindo em alta velocidade, com farol apagado.
O único reflexo foi tentar minimizar o impacto, deixando só a roda dianteira para ele bater.
Ele nem me viu.
O motoqueiro só percebeu alguma coisa depois que passou por mim, a uns 10cm da bicicleta.
Agora quando estou com alguma sensação estranha, não saio de bicicleta.
Pego o infame ônibus ou vou a pé.
Se eu morrer, antes da média de vida que ainda tenho direito, coloquem no meu epitáfio de Pedra Dura: Morreu antes de ficar velho.

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

PARA FLÁVIO,MILTON, AUGUSTO E EU

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Cabo Wabo Tequila: 48%.

Cabo Wabo Tequila Shot
1 shot Cabo Wabo Blanco ou Reposado Tequila gelada:
Sal
Pedaço de limão
Como beber:
Lamber sua mão e aspergir o sal e, em seguida, lamber o sal com a ponta da sua língua. Shot Cabo Wabo Tequila gelada, então morda o limão.


Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

LOGOTIPO DA COPA NO BRAZIL

Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

O MELHOR MOMENTO DE MICHAEL JACKSON

O video lá no final tem a imagem é horrivel, a qualidade do som também.

Mas Eddie VH da uma canja para o suposto falecido, em 1984.
Como ninguém viu imagens do corpo, esta história vai render que nem a do Elvis.
Esta é única homenagem que posso fazer a este pedófilo.
E não esquecendo a vergonha que ele tinha de ser negro, ao ponto de se tornar branco (!?) e tentar através da plástica parecer algo humano.
Pedófilo bom, é pedófilo morto.
Como um amigo disse: se o diabo for criança que tome cuidado, pois Michael está chegando.
Se estiver morto mesmo.

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

UMA PROFUSÃO CONFUSA DE PARAFUSOS

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

LEANDRO BRITTO: GENTILEZA GERA GENTILEZA

No domingo, fui ao Gulosão no Meier com os amigos.
Um conhecido point gastrônomico, onde diversos sanduiches fazem parte do cardápio.

Eles oferecem o inédito self-service para colocar o que desejar.
Inédito, pelo menos nos podrões aqui da região.
Um amigo de nome Leandro Britto, quando estava entupindo seu sanduiche com diversas coisas me ofereceu uma garrafinha de um suco Lindóia de Goiaba.
Falei para ele que tinha comprado Coca Zero.
Ele insistiu que eu aceitasse. E ainda disse:
- Eu estou te dando. Eu que vou pagar.
Devido a insistência truculenta (ele é militar, deve ser assim que eles fazem gentilezas na caserna), peguei o suco e fui para a mesa.
Como o Gulosão que comia, combinava mais com a (venenosa) Coca Zero, deixei o suco fechado e fui comendo.
Alguns minutos depois, Leandro gritou para mim:
- Vai tomar o suco não? Vai fazer esta desfeita?
Isto, entre os perdigotos e pedaços de seu sanduiche que voavam enquanto ele falava.
Percebi o problema que passava e disse para ele para tomar o suco. Estava entalado, com pão grudado no céu da boca, além de passar um certo desconforto para os que o rodeavam.
Rapidamente, passei-lhe o suco.
E na mesma velocidade, ele tomou o líquido para tentar fazer descer o que insistia em permanecer em sua boca.
Fiquei feliz em ajudar e evitar que engasgasse.
Ainda bem que Thiago Bomfim estava lá, nosso principal missionário letão em primeiros socorros, graduado em Harvard em Profissional First Rescue.
Já quase na hora de irmos embora, Lendro Britto aparece do meu lado, e com uma gentileza irretocável, diz:
- Cara, toma este outro suco que comprei, porque senão você vai me encher o saco e escrever sobre isto no seu blog.
Agradeci.